21ª Feira da Música leva artistas cearenses para São Paulo

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Foto: Divulgação


A 21ª Feira da Música segue ampliando seu percurso formativo e de criação com a seleção de três grupos para a Residência Artística 2026: As Caramelas, Batuta e Pira Coletiva. A experiência acontece na Nave Coletiva, em São Paulo, de 01 a 08 de junho e reúne vivências, visitas, atividades práticas e experimentações artísticas, encerrando com uma apresentação ao vivo dos participantes.


O percurso formativo da Feira da Música teve início em 30 de março e recebeu 185 inscrições de artistas e grupos de diferentes regiões. Ao longo de sete encontros online, os participantes tiveram acesso a formações com profissionais da cena musical brasileira, abordando temas como panorama da música independente, comunicação e planejamento, ecossistema digital, direitos autorais, organização de coletivos em rede e acessibilidade estética e poética na prática.


Após esta etapa, 21 projetos foram selecionados para os showcases realizados durante a Feira da Música, entre os dias 13 e 16 de maio de 2026, em Fortaleza. Agora, três grupos seguem para a residência artística em São Paulo. “A residência é uma oportunidade para artistas vivenciarem outros ambientes e territórios criativos, além de experimentarem novas possibilidades para suas trajetórias”, destaca Ivan Ferraro, diretor geral da Feira da Música.


A ida dos artistas para a residência é realizada em parceria com o Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura e da Agência da Cultura, programa de atendimentos e circulação do Hub Cultural Porto Dragão. “A Feira da Música é uma importante parceira do Hub por ser pioneira entre os festivais de música no Brasil e promover a cultura enquanto oportunidade econômica e de geração de renda, por isso contamos com uma relação histórica que fomenta a profissionalização e circulação de artistas cearenses. Esta residência é uma oportunidade para que os artistas qualifiquem seus trabalhos, façam novas conexões e aumentem as chances de fechar novos negócios”, explica Leo Porto, gestor executivo do Hub Cultural Porto Dragão.


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